
Mais uma vez aquilo lá dentro dá sinal de desestabilização. A cabeça gira, pensamentos voam, estômago revira, enfim, é a razão mais uma vez sucumbindo aos delírios vãos daquela efêmera e dolorosa sensação infinita. Logo eu?
.
Cadê? Não sei. É isso que amedronta. Como algo consegue passar tanto tempo dormente e não se acostumar? Será a ordem natural? Não sei. Só sei que é isso aí, que chega, mostra tomar espaço, mostra ocupar o espaço e de repente parece o nada, um vácuo sentimental incompreensível que fala pela saudade, pela inseguança, pela ansiosidade, fala por mim, por você, por ele, por quem for, mas de uma forma turva que chega a cegar, a tomar por completo. Como um barco à deriva sou tomado por um imenso descontrole rumo ao inalcançável.
.
Não sei aonde vou e nem sei se estou no caminho certo.
.
Cadê? Não sei. É isso que amedronta. Como algo consegue passar tanto tempo dormente e não se acostumar? Será a ordem natural? Não sei. Só sei que é isso aí, que chega, mostra tomar espaço, mostra ocupar o espaço e de repente parece o nada, um vácuo sentimental incompreensível que fala pela saudade, pela inseguança, pela ansiosidade, fala por mim, por você, por ele, por quem for, mas de uma forma turva que chega a cegar, a tomar por completo. Como um barco à deriva sou tomado por um imenso descontrole rumo ao inalcançável.
.
Não sei aonde vou e nem sei se estou no caminho certo.


