sábado, 6 de novembro de 2010



Lançamento do livro do meu ex-orientador e amigo Dr. José Wellington.

Meus sinceros parabéns.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Queria ter agora momentos para rir. Sai de minha terra, a qual amo demais, e vim aventurar-me em terras alheias. Deveria ter ouvido os conselhos da vovó. E agora sei o que significa família. Atualmente minha família sou eu e meus pensamentos, ora confusos ora saudosos.

A pessoas que aqui desejam vir, venham apenas a passei. A vida aqui não é a melhor, tampoucos os que a fazem. Não falo isso em nome de frustração, perda ou tristeza, mas em nome da solidão que tem me acompanhado a cada segundo que aqui passa, levando meu ânimo pro ralo num banho que me consola.

Espero passar por essa fase de abstinência sentimental.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

"O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba, a gente pensa
Que ele nao existiu."

Cazuza

domingo, 3 de outubro de 2010

A lua e eu ...


A lua me acompanha

nesta noite solitária

onde somente estas palavras

têm força de expressão.

O silêncio é companhia

junto aos meus questionamentos.

Fui feito pra ser só?

Ou será apenas momento?

Neste momento complicado

Só me importa o que fica

Uma noite de solidão

e a lua a me acompanhar

crescente, contente, somente ...

sábado, 2 de outubro de 2010

Repense o teu valor


Todos nós somos como estes tesouros. Valiosos e únicos. E andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Repense o teu valor!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Pensamentos de uma mente masculina ...

A lua crescente me acompanha nessa noite de solidão onde somente as palavras nesse texto têm força de expressão. O silêncio amedrontador me acompanha junto aos meus questionamentos. Terá sido eu feito para ser só? Por que é tão complicado ser “eu”?

Como um ser visto como maravilhoso pode ao mesmo tempo ouvir que não serve para ser companheiro? É de se pensar quem está equivocado; se o elogio ou se a crítica. Opto pela crítica.

Imagino-me como um grande quarto repleto de escuridão. Basta uma pequena vela ser acesa para que a chama tome conta de tudo e espalhe a beleza da luz. A luz trazida pela chama do amor, do companheirismo, da fidelidade, da pureza, da amizade, enfim, de tudo que é belo.

- Mas eu não te disse nada! Certo estava eu! Imagino naquela noite tivesse eu dito o que meu coração ordenava. Hoje, nesta noite, estaria, sem saber, sendo vítima de um momento de arrependimento, fruto de uma doce ilusão por pensar que algo efêmero pudesse tornar-se uma regra, a minha regra.

- Não toquei no namoro, pois sabia que não o teria. Sabia que naquela noite já não havia nada, até antes, mesmo! Era como se fosse mais por mim que por si. Seria um martírio para você e, por sentir-me verdadeiramente envolvido, eu não queria isso. Agora estou feliz por saber que o desfazer de um laço soltou as amarrar de um peso, indesejado, doce “indesejo”.

- Sabedoria, estratégia, seja lá o que for, é ter um voando e ver que sobrou um na mão. Parece-me que isso proporciona lucro no final. Sem culpa, sem ressentimento.

A objetividade tem sempre que falar mais alto. Quando um não quer, dois não querem. E todos saem ganhando.

domingo, 19 de setembro de 2010

Summertime



Summertime, time, time,
Child, the living's easy.
Fish are jumping out
And the cotton, Lord,
Cotton's high, Lord, so high.

Your daddy's rich
And your ma is so good-looking, baby.
She's looking good now,
Hush, baby, baby, baby, baby, baby,
No, no, no, no, don't you cry.
Don't you cry!

One of these mornings
You're gonna rise, rise up singing,
You're gonna spread your wings,
Child, and take, take to the sky,
Lord, the sky.

Until that morning
Honey, n-n-nothing's going to harm you now,
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no, no,
No, no, no, no, no, no, no, no, no,
Don't you cry,
Don't you cry,
Cry.

Composição: Dubose Heyward / George Gershwin / Ira Gershwin