domingo, 23 de maio de 2010

A Lição do Cavalo



Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.

.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais para nada, e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo.

.

Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele, e chorou desesperadamente.

.

Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.

.

Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.

.

A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço.

.

O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.

Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

.

Recorde as 5 regras para ser feliz:

.

1 - Liberte o seu coração do ódio;

2 - Liberte a sua mente das preocupações;

3 - Simplifique a sua vida;

4 - Dê mais e espere menos;

5 - Ame mais e... aceite a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução, não o problema.

.

Desconheço o autor

sábado, 1 de maio de 2010

Hino DeMolay



A coroa da juventude inicia
Até o meridiano a nossa jornada
Contempla em nós, brilho do meio dia
Perante este altar, a promessa sagrada

Que soberanos sejam os nossos ideais
Luzes no caminho de virtudes imortais
Que estas sete velas sejam nossa Lei
O Brasão Heróico da Ordem DeMolay

Consagrada batalha da vida
Conduz o caminho da retidão
Em nossa bandeira imponente, estendida
Estão os baluartes da nossa Nação

Sob a regência do Pai Celestial
Nos dias de aurora até o apogeu
Que em nossa Ordem sejam um sinal
De honra que o fogo não feneceu.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Cálice



Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...

Como beber
Dessa bebida amarga
Tragar a dor
Engolir a labuta
Mesmo calada a boca
Resta o peito
Silêncio na cidade
Não se escuta
De que me vale
Ser filho da santa
Melhor seria
Ser filho da outra
Outra realidade
Menos morta
Tanta mentira
Tanta força bruta...

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...

Como é difícil
Acordar calado
Se na calada da noite
Eu me dano
Quero lançar
Um grito desumano
Que é uma maneira
De ser escutado
Esse silêncio todo
Me atordoa
Atordoado
Eu permaneço atento
Na arquibancada
Prá a qualquer momento
Ver emergir
O monstro da lagoa...

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...

De muito gorda
A porca já não anda
(Cálice!)
De muito usada
A faca já não corta
Como é difícil
Pai, abrir a porta
(Cálice!)
Essa palavra
Presa na garganta
Esse pileque
Homérico no mundo
De que adianta
Ter boa vontade
Mesmo calado o peito
Resta a cuca
Dos bêbados
Do centro da cidade...

Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
Pai! Afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue...

Talvez o mundo
Não seja pequeno
(Cálice!)
Nem seja a vida

Um fato consumado
(Cálice!)
Quero inventar

O meu próprio pecado
(Cálice!)
Quero morrer
Do meu próprio veneno
(Pai! Cálice!)
Quero perder de vez
Tua cabeça (Cálice!)
Minha cabeça

Perder teu juízo
(Cálice!)
Quero cheirar fumaça

De óleo diesel
(Cálice!)
Me embriagar

Até que alguém me esqueça
(Cálice!)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Rotina de um assíduo estudante contemporâneo...



Hoje acordei disposto. Vou estudar.
.
Mas antes de iniciar meu tão desejado estudo eu vou dar uma checadinha no orkut, editar e postar umas fotos, criar uma comunidade, entrar no msn e ver se fulano está on line. Depois eu vou enviar aquela música pra ciclano.
.
Em seguida eu vou atualizar o meu perfil no myspace, depois responder algumas perguntinhas lá no formspring e verificar se no meu WAYN tem algum viajante estrangeiro vindo ao BR. Vou também verificar meus scraps e devidamente respondê-los, assim como os meus depoimentos, mandar uns de volta, aceitar ou recusar as adições pendentes e participar daquelas comunidades que postei ontem a noite.
.
Rapidinho entrarei no Tweeter e tweetar, afinal eu também mereço. Vou entrar no perfil da Tyra Banks e do Jay Z, sem esquecer da Rihanna.
.
Vou checar rapidinho meus e-mails no hotmail, bol, gmail, yahoo, globo, ig e na uol. Depois vou ver meu horóscopo no site do João Bidu e algumas fofocas de famosos.
.
Novamente darei uma checadinha no meu orkut e ver as atualizações dos meus amigos, bem como parabenizar os aniversariantes do dia, que são muitos, afinal, já estou no meu 18º perfil lotado de amigos de todas as partes do planeta. Meu orkut bomba ...
.
Depois eu vou pegar meu livro que está ali dentro do armário ao lado do DVD da Ivete Sangalo no Maracanã e vou assist... melhor eu deixar pra estudar amanhã.... vou no shopping ver uns amigos que me chamaram pelo msn ...

terça-feira, 20 de abril de 2010

Tolerância


Como tolerância, entendo como o ato de tolerar, de aceitar e de compreender. A tolerância é um gesto de maturidade, de respeito ao próximo e principalmente de amor. Conseguem tolerar erros e deslizes aqueles que enfrentaram dificuldades ao longo da vida. O gesto de dar novas oportunidades aos que tropeçam, subentende sabedoria e vivência.
.
Os sábios perdoam e oportunizam. Nem sempre a tolerância é um gesto de fragilidade ou fraqueza. Somente os nobres de coração e grandes em sabedoria são suficientemente capazes de assumir o ato do perdão e de tolerância. Por esta e outras razões, possivelmente mais nobres, a doçura do perdão e o entendimento e direito de pensar nos tornam seres maiores e mais capazes de atingir a perfeição.
.
Devemos exercer a tolerância entre amigos, no ambiente de trabalho, mas principalmente no seio do nosso lar. Se conseguirmos ser tolerantes, exerceremos a verdadeira sabedoria, maturidade, equilíbrio e demonstração de cidadania.

segunda-feira, 8 de março de 2010



A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.

A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.

A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.

A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.

A solidão é fera, a solidão devora.
É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.

A solidão é fera,
É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos
Causando um descompasso no meu coração.

A solidão dos astros;
A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Meu conselho


Viver às escuras mesmo com todos os holofotes em volta é comportamento peculiar ao ser humano contemporâneo. É como se o cérebro fosse programado para viver em conflito consigo mesmo, permeando o intervalo desde a falsa sensação de saciedade social até à total e plena confusão de identidade e aceitação.

.

O grande problema disso tudo é que determinados grupos utilizam esta fragilidade para abastecerem seus interesses. Utilizam seus poderes de forma perversa, fingindo defender interesses “socialmente marginalizados”, criando focos de poder simbólico com o objetivo puro de dominação. Criam-se leis, decretos, resoluções, súmulas, portarias, todo tipo de aparato para enquadrar a todos e mantê-los sob a pior forma de controle: o poder invisível.

.

Cria-se uma falsa sensação de bem-estar simplesmente para forçar a obtenção de um resultado previamente planejado, cujo plano, invisivelmente projetado, será sem o mínimo conflito perfeitamente executado. Para agravar, esses executores ainda são coagidos subliminarmente a acreditar que aquilo é o estabelecido e que não há outra forma de se chegar aonde se vai.

.

Um exemplo claro disto é o consumismo empurrado para frente pela obsolescência programada. Diariamente somos bombardeados por inúmeros comerciais cujas mensagens têm um único propósito: comprem. Alienam-nos e fazem-nos sentir falsas necessidades em relação àquilo que não precisamos, tornando-nos eternos escravos daquilo que foi proposto. Criam uma superestrutura, responsável por garantir o poder sujo dessa classe dominante mantendo-nos completamente alienados. Essas classe dominantes detêm o controle dos meios de produção. TUDO. A infraestrutura (tudo que um lugar precisa para ser o que é, como serviços, estradas, tudo), que está nas mãos da classe dominante, sem dúvidas vai determinar a superestrutura (Estado, Direito, Religião, Cultura etc.).

.

Abra os olhos e cuidado com o que o mundo te diz. Somos todos feitos de besta.